Wednesday, February 4, 2009

The Office US


Ah, pessoa de férias entretém-se com coisas destas... E depois vem para a blogosfera falar sobre isso. Mas hoje vou tentar uma abordagem diferente. Hoje em vez de fazer a síntese da série e revelar a minha parcialidade em relação à coisa a cada três linhas, vou enumerar os motivos porque gosto de The Office (e porque vocês deveriam gostar também).

1. O genérico.




Ignorem a pessoa idiota que resolveu cantar por cima e apreciem a instrumental coordenada com as imagens. Não me canso deste genérico e já lá vão cerca de 40 episódios da série.

2. O Steve Carell.


Sou fã deste grande senhor desde os tempos em que ele era colaborador no The Daily Show. Gostei dele nos filmes que vi em que ele entrou e não há como resistir a este sorriso brilhante acompanhado dos belos olhos verdes e do nariz pontiagudo. Steve Carell como Michael Scott, o chefe, é uma delícia. Confesso que a personagem às vezes me irrita e só me apetece bater-lhe, mas as não muito frequentes vezes em que Michael Scott mostra o que tem de melhor batem todo o resto do tempo de idiotices.

3. O Jim Halpert.


Esqueçam o Chuck da série homónima. Esqueçam o Ted de How I Met Your Mother (esse tipo que quando se conhece melhor parece menos amoroso e mais obsessivo-compulsivo, além de que fica péssimo a beijar no ecrã). Jim Halpert é o homem televisivo dos meus sonhos! Ele é giro, alto, super fofo, brincalhão, inteligente... Não há como não o adorar!

4. O elenco em geral.


Sim, o Steve Carell é a jóia da coroa no que diz respeito à fama. E sim, o John Krasinski como Jim Halpert é o actual dono do meu coração dado a TV crushes. Mas toda a equipa que trabalha na Dunder Mifflin de Scranton, Pensilvânia, é digna de louvor. Há que sublinhar que Rainn Wilson, o Dwight, este aqui...


... rouba muitas vezes a cena aos seus colegas. As partidas que Jim e Pam lhe pregam são hilariantes e tudo aquilo que rodeia o personagem tem uma atmosfera que eu diria ser épica dentro da vulgaridade que é suposto ser o ambiente de um escritório. Mas além do Dwight, há um mexicano gay, uma beata linda e boa mas insuportável, um trabalhador temporário-depois-efectivo que é a coisa mais disfarçadamente inútil que já vi na vida, uma indiana que não se cala, um profissional de Recursos Humanos mal tratado pelo chefe, uma mãe solteira alcoólica e por aí em diante. Todos eles, juntos, formam uma fabulosa equipa que funciona nem se sabe bem como. Não há nenhum que eu possa dizer que não gosto e são todos extraordinariamente passíveis de serem alguém real (tirando provavelmente o chefe Michael Scott).

5. Os casais.

Tal como na vida real, o amor acontece. Isto de trabalhar várias horas por dia faz com que o local de trabalho seja o sítio mais propício a ver o amor nascer. E este belo escritório não foge à regra. Há vários casais, na maior parte dos casos não se perde muito tempo de antena com eles (tirando o Jim e a Pam que são assim um exemplo bastante bom de como prolongar um amor óbvio sem o concretizar e ao mesmo tempo sem estragar a forma como o público aprecia as personagens e a relação - para exemplo de como concretizar com sucesso uma relação ansiada pelo público, isso já não servem) e todos eles, cada um à sua maneira, são possíveis exemplos de relações amorosas reais. Um pouco caricaturadas, mas excelentes de qualquer forma. Não há um único casal de que eu não goste. E há momentos (pseudo-)românticos em que rir é a única reacção que tenho para aquilo!

6. O humor.

Infelizmente, não há muitas séries que me façam rir. Há séries que me põem bem-disposta e há séries que me fazem sorrir. Há séries, como 30 Rock, que me fizeram soltar uma gargalhada mais do que uma vez. Mas The Office faz-me rir frequentemente. Assim rir tipo pessoa estúpida que está a rir sozinha diante de um ecrã! E o porquê de tanto me rir é o que vou explicar no próximo e muito importante ponto explicativo do meu amor pela série.

7. Eles são tão inconvenientes como eu.

Eu explico. Eles dizem coisas que não lembram ao diabo. Eles fazem coisas que deixam uma pessoa sem reacção de tão inacreditáveis. Eles são subtis como um elefante numa loja de cristais. Eu olho para aquele escritório e identifico-me e tenho fé que afinal haja esperança para a minha inconveniência natural. E enquanto olho para o ecrã em quase estado de choque de nem acreditar no que estou a ver/ouvir, farto-me de rir. E claro que o facto de muita da piada de The Office vir daquele humor a que chamo humor awkward (o único tipo de humor que me faz rir em programas televisivos) também ajuda bastante.


E é isto, meus amigos. Se não quiserem ver a série, não vejam. Se algum destes pontos vos cativar, experimentem por vocês mesmos. Eu não me arrependi!

MJNuts

7 comments:

Isa said...

Eu gosto tanto do Office!! Só que eu vejo a versão original com o Ricky Gervais. O David dele (o chefe) é a personagem mais irritantemente patética que já vi, adoro eheh

Nunca vi a versão 'amaricana'...

MJNuts said...

Quando acabar o The Office americano, vou querer ver a versão britânica, sem dúvida. ^^

Uma Pessoa said...

Por algum motivo n consigo imaginar o Steve a fazer o papel que o Ricky fez tao bem na serie britanica. Eu adoro o Steve diga-se de passagem mas a personagem tal como ela era no original, parece-me algo de bem diferente do que aquilo que o Steve ta habituado. Alem disso o Steve nao parece um bruto loser! e o Ricky consegue parecer isso e bem!

E nada nem ninguem e' tao inconveniente como tu minha gaija. Orgulha-te disso :P

C said...

Dois em um, ehehehe. Com toda esta paixão, estou convencida. Vou ter que conhecer... Bjs

Nia said...

Oh mary permita-me discordar e dizer k o Chuck é mais giro :p

ah e tás sabendo k o krasinsky anda com a blunt? sim, a emily :D trata se bem a sra... e o sr tb, não duvido ;)

MJNuts said...

O Chuck é mais giro, mas o Jim é hiper mega fofo e tem umas expressões que me desarmam. =P Ele é uma espécie de fonte de racionalidade no meio da loucura que paira naquele escritório.lol

O Krasinski anda com a Emily Blunt?! A sério?? Sacana!xD

Nia said...

Dix k sim... :p

E realizou um filme recentemente k tem sido bem recebido, cuja protagonista é a Ally II, a sardenta :D