Saturday, August 30, 2008

Interail - Palavras-chave

Este foi, provavelmente, o melhor mês de Agosto da minha vida. Embora, na verdade, já tenha tido pelo menos mais 2 de intensa qualidade.

Mas este foi especial. E porquê? Porque fui de Interail. Durante 24/25 dias, eu e os meus companheiros de 24horas/dia, percorremos Praga, Cracóvia, Budapeste, Bratislava, Viena, Munique, Berlim, Amesterdão e Paris (ou talvez deva dizer Disneyland, visto que de Paris só estações de comboio e aeroporto).

É difícil dizer que cidade gostei mais. Sei que de todas as cidades/experiências, a que gostei menos foi Budapeste. Mas como isso se deve a mais do que apenas a não muito ao meu estilo beleza da cidade, talvez um dia lá volte e adore. Em circunstâncias de Interail, com tanta cidade visitada e tanta comparação presente, é difícil achar tudo lindíssimo. Mais do que as cidades, importa o que lá vivemos.

Sou de opinião, claramente parcial, que toda a gente devia fazer Interail. Para mim, um Interail é como um ritual de passagem para a idade adulta. É-se jovem, mas no corpo passam a estar marcas de alegrias e dificuldades que nos fazem crescer, que nos mudam. Porque por muito que haja risos e gargalhadas, também há algumas chatices. Também há muitas atrapalhações. Também há imenso tempo perdido a tentar encontrar sítios com um mapa na mão, pessoas que não falam inglês e transportes de qualidade duvidosa. E, como não poderia deixar de ser, a importância de fazer compras atinge um peso antes impensável... Ah, aquela primeira ida às compras em Praga...

Posto isto, queria apenas sublinhar que sonho fazer um Interail desde os 15 anos. Tenho agora 22. Desde o meu 1º ano de faculdade que a coisa se foi tornando mais séria e já por 2 vezes podia ter ido e acabei por não ir, por não me sentir capaz de o fazer. Tanto pela companhia, como pelas finanças. Este ano, finalmente, se concretizou, com um grupo bastante improvável! Nenhuma das pessoas constava das minhas ideias nos tempos idos de sonhar a viagem. Aliás, acho que eles próprios nunca sonhariam ir uns com os outros!

E aqui ficam então, as palavras ou expressões-chave da viagem da minha vida:

* Diário de bordo
* Escadas
* Conta comum
* Vodafone Travel
* Bicha places - XD
* Rapidex
* Engomar mosquitos no tecto
* "Big crash, big crash!"
* Katowice
* Mosquito
* Auschwitz
* Agata
* "Budapest!"
* Termas
* "O meu hostel... tem um nome esquisito... Api... Apipoila!"
* "Trabalhar em Viena e viver em Bratislava!"
* "Áustria é muito bonito!"
* Fazer noodles no lavatório
* Picnic no chão do quarto
* Roubar comida do pequeno-almoço (paté de fígado!)
* Baloiço mais fixe de sempre
* Portuguesas no MacDonald's
* Free Tour around Munich
* Pior salada de sempre (e salsichas!)
* Ida ao Castelo mais bonito da Europa (e último do Interail) - dia excelente!
* Bar porreiro do Wombat e os lusófonos que lá conhecemos
* Dachau
* ICE - o comboio onde pior se dorme
* Couch-surfing
* Stephen e Louie
* Heavy metal, pop grego e country
* Futebol no jardim
* Jogo do Stop
* Uma casa em Amesterdão
* Cogumelos
* "O Cambridge está a voar!"
* "As minhas mãos... São nuvens."
* Compras supérfluas!
* Epifanias
* "Quintal" de um barco
* Mars/Snickers
* "Apetecia-me ter o cabelo mais fixe de sempre."
* Milka D'aim
* Montanhas russas
* Hollywood Tower!
* It's a small world after all
* Saudades de ti
* "Ai minha nossa senhora!"
* "Ai meu Deus..."
* "Só mais cinco minutos!"
* "Andreia! Filipa!"
* "Filipa! Isso ainda demora?"
* "Fui chamar o Manel da padaria, vieram os vizinhos todos... Era tudo a abanar a Amália na minha sala! E eu ali no canto a pensar que ela morta e a ter mais acção que eu!"
* "Oh Dúria...!"
* Anúncio muito bem feito
* Cão de óculos de sol
* Postais e selos
* Músicas da Disney
* Cantar na rua
* Viagens de comboio
* ...

Deve haver mais, mas são as que me ocorrem por agora. Foi uma longa viagem, foi uma vida.

MJNuts

Monday, August 4, 2008

E Cá Vamos Nós de Novo...

Ao contrário do que possa parecer, eu não estava de férias! Mas a inspiração é uma cabra malandra e às vezes anda longe. Ou bate a preguiça. Tudo serve!

Mas só para avisar que, efectivamente, neste quente mês de Agosto, eu e o companheiro Guess não vamos postar porque vamos partir em andanças europeias das quais certamente vos falaremos aquando do nosso regresso!

O Tretas, esse, fica mui bem entregue à amiga Giovanna!

MJNuts

P.S.- Aproveito para pedir desculpa a quem se poderá ter sentido lesado... vá, triste é opção mais credível!, pela minha falta à promessa de que escreveria um review à 2ª parte do último episódio de Lost...

Sunday, August 3, 2008

História Trágica Com Final Feliz


Há pessoas que são diferentes. E tudo o que desejam é serem iguais aos outros, misturarem-se deliciosamente na multidão. Há quem passe o resto da vida lutando para conseguir isso, negando ou tentando abafar essa diferença. Outros assumem-na e dessa forma elevam-se, conseguindo assim um lugar... no coração.

História Trágica Com Final Feliz

Um filme de Regina PESSOA

ANIMAÇÃO – gratage .

Ano: Out. 2005

Duração: 7 MIN.46seg

Formato: 35MM

Argumento, grafismo e cenários: REGINA PESSOA



Se tiverem curiosidade em saber mais sobre este projecto ou sobre a autora, espreitem aqui.

Gostava de mostrar a versão portuguesa, com narração de Manuela Azevedo, mas não a encontro na net. Se puderem, procurem-na e revejam. Vale a pena!

Giovanna

Tuesday, July 8, 2008

FIA - Feira Internacional do Artesanato

Conhecem aquela sensação de quando entram num espaço e sentem uma essência qualquer familiar que vos é característica do lugar? Existe um sítio que tem um dos cheiros mais característicos de sempre. Uma mistura de especiarias com artesanato queimado e perfumes orientais é a onda que envolve toda a Feira Internacional do Artesanato, representada na Fil no Parque das Nações.

Não me querendo alongar muito nesta matéria, apenas queria convidar-vos a todos a visitarem a FIA, que todos os anos vem a Portugal nesta altura do ano. Para quem já conhece a feira já sabe o que esperar, para os outros, que a expectativa vos desenhe um ambiente folclórico e castanho. É uma explosão de culturas! Africanos, indianos, vietnamitas, indonesianos, marroquinos, japoneses, chineses, tibetanos, paquistaneses, tudo! Uma imensa variedade de culturas em grande peso a oferecer o melhor dos seus produtos. São as conversas persistentes e sempre inevitáveis dos regateios (o português fica contente quando o produto estiver a 1 euro!), são aquelas pessoas que talvez gostemos de chamar diferentes por não as vermos nos centros comerciais, são as t-shirts que por lá andam que têm sempre alguma mensagem a transmitir, são aquelas músicas étnicas ou os sons dos didgeridoos que ecoam por aqueles corredores fora por entre as vozes dos feirantes. É bom, é bom, dêm um pulinho por lá.

A feira começou dia 5 de Jullho e termina dia 13. O preço do bilhete normal é 5 euros (caro!), mas com cartão jovem ou de estudante fica a 2 e tal, creio.

Se por lá passarem, podem fazer-me uma visitinha. Estou a trabalhar numa banca do Pavilhão 2 (o internacional) no corredor E lá mais para o fim. Sparkle Exports é o nome.


Guess

Sunday, June 22, 2008

awwww

dentro do estilo pontiagudo... tão fofo!



Giovanna

Saturday, June 14, 2008

here's a treat

Prevendo que a minha contribuição mensal de vídeos mais ou menos interessantes vai ficar em stand-by até Setembro, aqui fica uma sugestão que vos deve entreter por umas boas horas (isto imaginando que, como eu, vão querer ver tudo de enfiada. Glutões!).

Zune Arts

Divirtam-se, boas férias, apanhem muito sol e muita sombra e muitas bezanas e tentem ser um bocadinho Verdes todos os dias!


Giovanna

Thursday, June 5, 2008

Lost - There's No Place Like Home, part 1

Suponho que seja sabido ou notado ciberneticamente que eu sou grande fã de Lost. Se não deram por isso, não andam atentos. Às tantas devia criar uma prateleira nova só dedicada à série, em vez de arrumar os posts na prateleira televisiva.

Detalhes à parte, estou aqui para vos falar da primeira parte do último episódio da 4ª temporada, dividido em 3 partes (4x12, aqui em análise, e 4x13, 4x14). É claro que não virá um review com o brilhantismo que se encontra aqui ou com a pertinência e inteligência da voz de todos os skaters, a Fish (desenganem-se os desdenhosos, a moça faz reviews excelentes e não se concentra só nas questões românticas, pelo contrário). Mas pronto, queria deixar a minha opinião, soltar o meu desespero lostiano de 9 meses de espera.

Os de vós que acompanham Lost pela nossa TVzinha tuga (não sei como aguentam, bolas!), mantenham-se longe, vai haver SPOILERS às carradas!

Avisados? Então segue conversa da longa.

O episódio começa com o algo inesperado momento exacto em que os Oceanic 6 estão finalmente a regressar à civilização, para junto dos seus. O ambiente parece de grande tensão. Na verdade, havia uma certa ambiguidade, imperceptível ao primeiro visionamento, nos rostos da Sun e da Kate.

Algures entre a incredulidade e um certo desdém, talvez. Esperando ordens ou reacções do líder do costume, geralmente auto-proclamado (embora nem sempre).
Que dormia. Descansadamente, como se tudo estivesse normal. E bem, por esta altura do nosso season finale, creio que a audiência pendia mais para o descanso do Jack do que para reparar nas caras esgotadas dos restantes. Essas causaram uma certa estranheza, é certo, mas passaram um pouco ao lado.

Quando estão prestes a aterrar, a encarregada da Oceanic Airlines vem dar as informações ao grupo e refere até que não precisam de falar à imprensa, mas Jack insiste que o devem fazer. Estranho, não? Quando a senhora volta ao cockpit, o amigo Jacksus dá as instruções aos companheiros, diz que não têm de responder ao que não souberem, que a ausência de resposta passa por um possível estado de choque. E é a Sun que tem de o lembrar...
"But, Jack... We are in shock."

E nós perguntamo-nos o que terá acontecido para a pacata coreana estar em choque... O avião aterra então. Hurley tem os seus pais à espera, Jack a sua mãe, Sun também os seus pais... Sayid e Kate não têm ninguém. Kate não larga Aaron e por esta hora já nos sabemos que é ela que cuida dele nos 3 anos que se seguiram.
E como nada é por acaso em Lost, não pude deixar de reparar que a Sun abraçou e voltou a abraçar a mãe... E nem um olhar trocou com o pai. O que faz sentido, dados os eventos que agora sabemos que se seguiram.

Entretanto, na praia, prossegue-se a acção dos episódios anteriores. O helicóptero está a chegar à Ilha. Nós sabemos que nele vem Keamy com os seus homens, prontos para arrancar com o protocolo secundário ("Torch the Island"), mas mais uma vez Jack, do alto do seu pedestal, acha que deve ir atrás do helicóptero, pois é a partir dele que podem zarpar dali. E lá parte ele à aventura, arrastando a Kate consigo.

Se estão recordados, Jack foi operado a uma apendicite no episódio em si centrado. Ignorando esse detalhe, o homem estoicamente vai largando sangue selva fora. E mente sobre isso.
Como a Kate, num raro exemplo de perspicácia concedido a esta personagem, muito bem reparou. O que, mais uma vez, não é por acaso e vem a assumir importância.

A Ilha de deserta tem pouco e, no caminho para o helicóptero, os nossos 2 Jate blessin' cruzam-se com Sawyer e Miles, ainda no rescaldo do baby-sitting à força causado por aquele sempre adorado cliché em Lost: OMG, Claire is missing!
Christian Shephard afirmou algures uma coisa do género "Aaron is exactly where he is supposed to be.", o que me faz ponderar se esta "passagem de testemunho", em que o bebé passa dos braços do Sawyer, onde devia estar, para os da Kate, onde sabemos que fica pelo menos durante 3 anos, não tem uma qualquer simbologia que por enquanto nos escapa. Sempre tive esperanças que fosse o cão, Vincent, o centro disto tudo, mas parece que vou ter de ceder às evidências do bebé Escolhido.

Sawyer, provando o crescimento interior que tem vindo a ser particularmente notório nesta temporada, não deixa o Doc ir morrer sozinho e segue com ele em busca do helicóptero. A Kate fica já em antevisão do seu destino preso a um só sítio e tem de levar Aaron de volta à praia.

E é naqueles momentos tão tipicamente Lostianos que passamos de um close-up da cara de um personagem na Ilha para a sua expressão num qualquer flash, agora promovidos à possibilidade de back ou forward.

Eis que vemos os aclamados Oceanic 6 na conferência de imprensa. Isto não teria nada de mal. Não fossem as mentiras consecutivas, uma atrás da outra. A saírem das bocas de cada um deles como se fossem verdades universais. Jack assume sem grande nervosismo a sua posição de maioritariamente porta-voz do grupo e é a ele que são dirigidas quase todas as perguntas.
Os outros assistem com expressões... vazias, diria que perdidas. Até que ponto faz sentido? Eles não deviam estar felizes, já que andaram que nem loucos a tentar sair daquele pedaço de terra? E porquê mentir, afinal? Até que ponto é benéfico? Já que se mente, porque é que a Kate não tentou fugir, fingir que tinha morrido no acidente de avião?

Sem surpresa, Hurley recusa ficar com o dinheiro que tinha ganho na lotaria antes de ter ido dar à Ilha. Com alguma... vá, consternação, vemos a Sun dar, com uma frieza arrepiante, uma morte falsa ao Jin (que supomos morto devido ao episódio 4x07, Ji Yeon). E, pelo menos do meu ponto de vista, é algo intrigante ver que de facto a Kate se assumiu mãe biológica do Aaron. Os anteriores flashforwards não eram claros quanto a isso. Ah, e é sempre, bem, surpreendente, ver o Sayid frisar sem hesitação que não há qualquer possibilidade de haver outros sobreviventes do voo 815, supondo nós à partida que pelo menos o Locke, a Claire e o Sawyer lá ficaram de saúde. E uns quantos redshirts. Ah, e a Rose e o Bernard, claro.

Nem tudo são desgraças... Temos um reencontro feliz.
Não fosse a gente saber que, cerca de um ano depois, a morte algo controversa de Nadia (ainda estou para confirmar se foi ou não o Ben a causar-lhe esse fim) foi dar origem à versão hitman do Bom Iraquiano.

Na Presente (ou será Passado?), Sayid chega à Ilha vindo do cargueiro e confirma que Jack e Kate foram atrás de sarilhos ao seguirem o helicóptero. Mas Kate aparece com Aaron, larga-o nas mãos de Sun e segue para a selva com Sayid. O bote em que Sayid voltou, fica ao dispôr para carregar os sobreviventes até ao cargueiro salvador. Em teoria, pelo menos.

A party de Ben, Locke e Hurley, os moços que viram a creepy! Claire e seu papá na cabana de Jacob e estão lançados na demanda de mover a Ilha, também está lá para o meio da selva. E Ben, o Misterioso, saca uma caixa de um esconderijo algures, dá um pacote de bolachas de 15 anos (os números, os números!) ao Hurley e lança umas sinaléticas luminosas com um espelho para uma zona longínqua da Ilha. O senhor tem sempre um plano, resta saber qual.

Jin, graças às boas capacidades de organização e liderança de Juliet (muito apagada esta season), começa finalmente a cumprir a sua promessa de tirar Sun da Ilha. E enquanto estão nas suas trocas de olhares carinhosos...

Zoom! Flashforward!
Welcome to badass Sun!

A coreana do meu coração, que eu sempre adorei, apesar de toda aquela sacanagem e dissimulação disfarçadas, está a mostrar a fibra de que é feita! E ela é feita da fibra que usa o dinheiro de indemnizações para lixar a vida ao papá malvado. Motivo? É uma das 2 pessoas que ela considera culpadas da morte de Jin. Hum...

Hurley, noutro ponto do mundo fora da Ilha, tem direito a uma festa de aniversário temática, em que os adereços são... Tropicais e a fazer lembrar ilhas. Algo irónico.
Alguém me pode explicar porque a Kate tem de andar sempre com a criatura ao colo? Não há carrinhos na América?

Mas voltemos ao que interessa. O Hurley faz anos, como tal, tem direito a prendinha.
Lembram-se deste menino? É o carro que o Hurley e o pai estavam a arranjar no primeiro flashback do 3x10, Tricia Tanaka is Dead (sim, eu sei mesmo estas parvíces de cór). É uma prenda especial, pois era uma construção conjunta entre pai e filho.
Mas a prenda veio enguiçada... Nunca me hei-de esquecer do desespero do Hurley antes de abrirem a escotilha, "The numbers are bad! The numbers are bad!". Parece que os números o perseguem. Faz sentido que o homem fuja em agonia a uma velocidade que nunca pensei ver num ser daquela gordura. Medo? Culpa? Cobardia?

Os diferentes propósitos do episódio começam a convergir. Ben, Locke e Hurley chegam finalmente à estação The Orchid, que suponho vá ser, ou esteja a ser, traduzida como Orquídea para português. A estação está já cercada pelos homens de Keamy, pois é ali a base de operações do protocolo secundário (aparentemente, é a partir desta estação que se pode "Torch the Island").

O bote com Jin e Sun chega ao cargueiro e aqui temos então mais um reencontro agridoce.
Os coreanos ficam espantados com a presença de Michael no barco. Se estão recordados, Sun e Michael partilharam uma tímida amizade na 1ª temporada, amizade essa que se alargou também a Jin, com as aventuras na jangada e não só. Todos sabemos o que Michael acabou a fazer...

Nos entretantos, Jack e Sawyer chegam ao helicóptero, onde o bom amigo Frank está algemado e sem a companhia dos militares.
Ah, há que adorar os 2 homens das pontas! Os dois candidatos a líderes Losties tentam libertar Frank e aproveitarem a ausência dos militares para se porem a milhas dali. Mas quando o piloto os informa que Keamy foi atrás de Ben... Bem, o Sawyer é o altruísta daquela Ilha e simplesmente não é capaz de se ir embora e deixar o seu antigo companheiro de quarto em apuros... O Jack fica um pouco com uma cara de "Raios! Atrapalharam-me os planos!", mas é compreensível e há que aproveitar o momento close-up para novo flash.

Vemo-nos então como voyeurs do serviço fúnebre de Christian Shephard, o pai de Jack (e da Claire, só para manter as memórias frescas). Isto não me faz muito sentido. Viu-se num flashback do Jack, na 1ª temporada, que o Doc foi à morgue, algures na Austrália, e declarou que era o corpo do pai, sim senhora, morto e morrido. Depois de muito caos, lá aceitaram o peso extra do caixão no voo para Los Angeles. Logo, a senhora dona mãe do Jack sabia que o marido estava morto. Porquê um funeral uns 5 meses depois da morte do homem? É meio esquisito.

E porque raio está tudo no funeral como se fosse encontro feliz de amigos? E porque não homenagem às "vítimas" do voo 815?
Talvez para esta senhora estar presente? Acordada de um coma que deve ser de 4 ou 8 anos (os números, os números!), a mãe da Claire achou por bem ir dizer adeus ao pai da filha... Mas não parece mais lógico uma homenagem às vítimas do voo, que incluiria a Claire? A mãe dela não quereria ir também, despedir-se da filha que até com certeza lhe era muito mais próxima e querida?
Ou será que é giro ver uma avó chorando a filha e dizendo, sem o saber, que o neto é muito bonito? Porque ficou a Kate com o Aaron, como sua mãe, e o bebé não foi entregue à família?
Será que é por isto que até aqui o Jack parecia todo muito feliz em bater o couro à Kate, independentemente do Aaron, e depois vemos no 4x04 da Kate, Eggtown, que eles ainda não estão juntos e que, para a Kate, só poderão ficar quando Jack aceitar a criança, apesar de ela perceber porque Jack não aceita o puto? Será que a Kate sabe que o Aaron é sobrinho do Jack?

E ficam-se por aqui, os passados e futuros mostrados no episódio.

No cargueiro, Desmond aparece em desespero a chamar os companheiros à sala de transmissões.
Para lhes mostrar esta rica imagem. E eis que nos apercebemos o que era aquilo que Keamy estava a prender ao braço no episódio anterior... A não explosão do cargueiro está dependente da vida do mercenário.

Ah, últimos minutos de um episódio de Lost...

Sayid e Kate seguem o trilho de Jack e Sawyer em busca do helicóptero, mas encontram pegadas de outras pessoas.
Olhem quem voltou! E pensava eu que os Others não deixavam pistas... Lá foi capturado o meu par de acção preferido...

Ainda se lembram do mui importante gang de Ben, Locke e Hurley? Pois bem, é com eles que acabamos. Com um plano ainda para nós desconhecido em mente, Ben entrega-se a Keamy e aos seus homens.
E nós ficámos todos na m**da com a palavra LOST no ecrã.

Não se preocupem, o resumo/review do 4x12&13 a seu tempo chegará.

MJNuts

Wednesday, May 28, 2008

Do you understand me?



kuddos for Nukker and AlphaProp

Giovanna

Thursday, May 22, 2008

Porque Eu com Desafios Não me Fico...

E bem, a amiga bloguista Cucas lançou um desafio aqui à je que consiste em caracterizar-me (ou a minha vida) através de seis palavras ou conceitos que no seu conjunto constituam uma espécie de "curta biografia" da minha pessoa. É permitido associar uma imagem às palavritas, mesmo naquela que uma ilustração é sempre fashion!

Portanto, aqui vai a minha resposta ao desafio...

- ATL do Jardim Zoológico de Lisboa


Tecnicamente, eu adoro o Zoo acima de tudo e gosto das múltiplas funções que lá tenho (que por acaso são 4!), mas o ATL... O ATL sou eu. Adoro, adoro, adoro. Se fosse o ano inteiro, já tinha encontrado o meu dream job. Mas por ora é o que há. "Conservar é Viver", um postal feito por uma das minhas miúdas do grupo Coisos Fora de Prazo na actividade da Campanha de Conservação da EAZA sobre Madagáscar. Muitos têm que aprender com ela.

- Yin Yang Yey




- Lost


Lost é a série da minha vida, eu venero esta coisa! E tem montes de defeitos e incongruências e eu quero lá saber! Sou skater, com muito orgulho, e tenho os packs das três temporadas muito bem tratadinhos e venerados cá por casa. Pagos com o meu dinheiro! Ah, estas personagens dão-me alegria, eu vivo cada episódio, eu rio e até já quase chorei (e há que frisar que chorar é coisa rara em mim). Mas o mais frequente é mesmo ficar "Gaaaahhh! Próximo. Episódio. Já!". Vejam, vejam.

- S. João (Trás-os-Montes)


É a terra do meu pai. Muito importante para mim. Esqueço-me da televisão, dos stresses, nem ao telemóvel ligo grande coisa (e é sabido o meu vício pelo bicho). É um local para recuperar baterias, para me sentir livre, para procurar energias positivas... Bem precisava de ir para lá agora... Mas quando?

- Viagens


Tenho um fascínio qualquer absurdo por viagens... Quando na verdade nem ligo muito quando me encontro na viagem propriamente dita. Mas gosto da sensação de as planear, da expectativa do que vai aparecer, de pisar terra nova.

- Amigos (last but not the least!)









Kudos para a grande amiga do coração (e mais antiga também, já lá vão 12 anos...), que raramente esteve ao meu lado com máquina fotográfica por perto. E ao povo do Zoo, do limiar amigos/conhecidos. ;)

MJNuts

P.S- Fica lançado o desafio a ...Serendipity..., k1111, O Cinema e o Resto e Northern Photos. Acho que era suposto serem 5, mas devo ser anti-social na blogosfera. Ah, e claro, se os meus companheiros desta Treta quiserem responder ao desafio também, nada contra.

Tuesday, May 13, 2008

Soundtrack!


O cartaz, como prometido!

Os bilhetes para os concertos custam 10€
As sessões de cinema são grátis

Mais info na Incubadora Ovo.

Giovanna